Gracie Barra PE no Hall da Fama da IBJJF

A IBJJF organizou uma cerimônia em Long Beach – CA para premiar os melhores atletas e equipes do ano de 2013.
A GRACIE BARRA conquistou o 1˚ lugar por equipe no ranking da IBJJF.

Ver o Mestre Carlos Gracie Jr. andar até que palco para receber o prêmio em nome da Família GB foi um momento incrível de realização e celebração.

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O atleta pernambucano OTAVIO SOUSA, aluno do professor ZÉ RADIOLA, da academia GRACIE BARRA PERNAMBUCO foi premiado por estar em 6° lugar geral no ranking da IBJJF.

Ze Radiola e Otávio Souza

O professor ZÉ RADIOLA é o diretor de competição da EQUIPE GRACIE BARRA e responsável pelos Camps GB do Pan-americano e Mundial que acontecem todos os anos na Califórnia.

Embora o nosso trabalho vá muito além das competições esportivas, a competição continua a ser uma parte muito importante do que somos e o que fazemos. A energia nos camps de treinamento e o desempenho de nossos atletas que perseguindo os seus sonhos inspiram os membros da Gracie Barra em todo o mundo.

Gracie Barra

“Acreditamos que esse prêmio significa mais do que ser o número um. Ele reforça que a visão do Mestre Carlos Gracie Jr. de ensinar Jiu-Jitsu para todos através da construção de escolas Gracie Barra em todas as cidades do mundo e é a direção do crescimento e prosperidade para a GB e suas pessoas, incluindo alunos, instrutores, donos de escola, e, claro, atletas.

Essa conquista só foi possível por causa da nossa sólida estrutura mundial e qualidade dos nossos instrutores e atletas presentes em torneios organizados pela IBJJF em todo o mundo.” – Gracie Barra Brasil

Mensagem a Gracie Barra

 


Gracie Barra Pernambuco conquista títulos no Mundial de Jiu-Jitsu

Os atletas do professor ZÉ RADIOLA, líder da academia GRACIE BARRA PERNAMBUCO, mostraram para o mundo um Jiu-Jitsu de qualidade e garra, fruto de muita dedicação e treinos fortes.

O professor Zé Radiola foi o líder do GB CAMP DE TREINAMENTO MUNDIAL, ministrando aulas, passando conhecimentos técnicos e de competitividade para todos participantes. Sendo dividido em dois grupos, duas horas por dia para faixas azul e roxa e duas horas por dia para faixas marrom e preta.
O Camp foi um SUCESSO e contou com a presença dos atletas de ponta da equipe Gracie Barra, sendo importante não só como troca de informação e estudo de técnicas mais também para o fortalecimento do espírito de equipe e irmandade de todos que fazem a GRACIE BARRA.

Participaram do Camp O MESTRE CARLOS GRACIE JR., Braulio Estima, Roger Gracie, Otavio Sousa, Victor Estima, Roberto Tussa, Charles Negromonte, Marcio Feitosa, Max Carvalho, Guilherme Rocha e atletas de vários países, como Japão, Austrália, Hungria, Brasil, Estados Unidos, França, etc.

E no MUNDIAL os resultados conquistados foram o reflexo de todo esse trabalho!

OTÁVIO SOUSA que é BICAMPEÃO MUNDIAL na faixa preta, fez a final com Leandro Lo sagrou-se VICE-CAMPEÃO na categoria Médio, FAIXA PRETA. A luta foi dura e tinha momentos de indefinição, no fim, Leandro Lo livrou o braço, passou a guarda e venceu por 9 a 6.

BRAULIO ESTIMA, fechou a categoria meio-pesado com o atleta e parceiro de equipe Rômulo Barral e tornou-se Tetra Campeão Mundial, garantindo assim seu lugar no HALL DA FAMA!

GUILHERME ROCHA, conquistou dois títulos nesse mundial! Foi CAMPEÃO MUNDIAL da categoria médio, juvenil 1 e CAMPEÃO MUNDIAL categoria ABSOLUTO juvenil 1. Guilherme pertence a categoria leve, mas como na categoria juvenil o atleta só pode lutar o mundial a partir da categoria médio, ele e seu pai, o professor Zé Radiola, resolveram inscrevê-lo na categoria de cima, a médio! E foi uma boa decisão!

VICTOR ESTIMA, conquistou o terceiro lugar do pódio da categoria médio, tendo chegado entre os três melhores nos mundiais pelo quinto ano consecutivo!

PEDRO PESSOA conquistou 02 títulos muito importante para sua carreira, CAMPEÃO MUNDIAL CATEGORIA e VICE-CAMPEAO NO ABSOLUTO no juvenil 02!

E KTISTOF, aluno da Gracie Barra Hungary sagrou-se o primeiro húngaro CAMPEÃO MUNDIAL de jiu-jitsu! Resultado de um trabalho que começou a mais de 10 anos atrás pelos professores Max Carvalho e Zé Radiola! O professor Zé Radiola sempre falava nos seminários que fazia na Hungria que um dia isso ia acontecer! E está aí! Comemoramos muito!

A equipe GRACIE BARRA fechou o Mundial com três troféus no geral por equipes! Primeiro lugar na categoria juvenil, segundo lugar na categoria novice e terceiro colocada na categoria adulto!

Após ter conquistado os títulos de CAMPEÃO EUROPEU na categoria médio e na CATEGORIA ABSOLUTO, CAMPEÃO PAN-AMERICANO categoria médio e CATEGORIA ABSOLUTO, CAMPEÃO BRASILEIRO categoria médio e VICE- CAMPEÃO categoria ABSOLUTO e CAMPEÃO MUNDIAL categoria médio e CATEGORIA ABSOLUTO, o atleta GUILHERME ROCHA conquistou o PRIMEIRO LUGAR no ranking geral de todas as categorias juvenil juntas da IBJJF!

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Fim de Semana de muito agito no Campeonato Pernambucano de Jiu Jitsu 2013

O cenário de jiu jitsu em Pernambuco em 2013 estaria bastante apagado se não houvessem os eventos do tipo Fight Pro Open, os campeonatos no agreste entre outros. Faltava a FJJPE, presidida pelo mestre Derval Rego, lançar o campeonato estadual que a bastante tempo não movimenta todas as equipes em Pernambuco. Mas nesse último final de semana, o orgão filiado a CBJJ e IBJJF, realizou o Campeonato Pernambucano de Jiu Jitsu 2013, no Ginásio de Esportes da Secretaria de Esportes de Pernambuco.

O evento foi bem organizado, iniciando e finalizando as lutas de acordo com o cronograma, o que é muito importante para manter a saúde dos competidores e a família poder participar sem aborrecimentos. No entanto, apesar de ter melhorado bastante, ainda há o que se melhorar em relação a arbitragem, que por muitas vezes era inclinada para o lado do benefício em prol de alguma vantagem em posição ou pontuação.

Outro ponto importante foi sobre a filiação pela federação de pernambuco. Consultamos alguns líderes de equipe de Pernambuco para não ficar em uma única opinião e perguntamos sobre o Campeonato Pernambucano de Jiu Jitsu 2013. veja a seguir o que obtivemos:

" Gostaria de deixar claro um coisa: Os 15 alunos de Natal que competiram, são meus alunos e filiados por Pernambuco, na Federação e na Confederação Brasileira de Jiu-jitsu! Na realidade, não é preciso ser expert em contas para saber que 15 alunos, mesmo que todos tivessem sido campeões não mudaria o resultado em nada! Se juntar a pontuação de todas as academias, permaneceríamos como CAMPEÃ. Em vez de vocês ficarem criticando a minha academia e indiretamente a mim, vocês deveriam se preocupar com seus alunos e fazer com que eles evoluíssem cada vez mais! Não faço somente o jiu-jitsu de Pernambuco crescer, mas acrescento no jiu-jitsu do mundo inteiro, e isso ninguém pode negar! Se hoje existe Campeões Mundias na faixa preta em Pernambuco é devido ao meu trabalho, e nenhuma "Influência" como vocês falam, na Federação ou Confederação faz com que o resultado do trabalho apareça. O campeonato é feito para qualquer um vencer! Luta é luta! Vencem os melhores do dia! Nem em Pernambuco estou, e não compareci no campeonato por estar viajando! Para aqueles que me criticam, olhem para suas próprias histórias primeiro antes de querer falar do meu trabalho! Tenho muita responsabilidade e coisas pra me preocupar! Sou responsável pela parte de competição na gracie Barra no mundo inteiro, e fico muito feliz em ver que mesmo na minha ausência a lealdade e espírito de equipe dos meus alunos permanece! Isso mostra que estou no caminho certo! Quanto a Federação, esse assunto de que a Gracie Barra domina ou tem influência, já cansou. Faz muito tempo que Mestre Derval abriu espaço para professores de Pernambuco se filiarem. Os professores que puderam se filiar ou filiar seus alunos o fizeram. Quem não teve oportunidade ou não pode, devem resolver com a federação. A academia Gracie Barra é uma academia filiada como as outras! Inscrevi alunos de todas as minhas escolar de Pernambuco: Piedade, Boa Viagem, Ilha do Retiro, Gaibú, Ipojuca, Caruaru, Santa Cruz e 15 atletas de Natal. Agradeço a Deus por ter mais de 216 amigos que acreditam em mim e lutam por mim! Agradeço aqueles que não puderam competir, mas que sempe estão presentes ajudando nossa equipe. Agradeço também a todas as Academias do Estado de Pernambuco e desejo que consigam fazer com que o Jiu-jitsu seja um meio de vida, tanto para vocês, professores, mas para seus alunos! Não existe gratificação maior do que você saber que através de tudo que você ensinou, da sua academia, ver os seus alunos pelo mundo afora, se consolidando, e podendo viver daquilo que amam! Eu tenho o prazer de conseguir fazer isso! E um FELIZ NATAL pra todos, desejo que papail noel realize os sonhos de todos vocês, porque os meu sonhos estão sendo realizados!" PROFESSOR ZÉ RADIOLA Faixa Preta do Mestre Carlos Gracie Jr - Líder e diretor do departamento de competição da GRACIE BARRA

"O  evento foi muito bom, bem organizado, arbitragem  muito boa, e a parceria com a Fight Eventos, vai levantar a nossa federação. Na minha opinião acho que estadual era pra ser dos atletas do estado, sendo copas e open pra todos mas pela carência que se encontrava o nosso jiu jitsu, seria  até válido mas com certeza 2014 vai mudar, com essa parceria da fight fjjpe, e equipes vai mudar. Deverá lutar somente atletas do estado de Pernambuco mesmo. Porque a federação vai lançar o calendário e todas equipes poderão se organizar melhor." falou o faixa preta Emerson Martins da GFTeam.

"Fizemos cerca de 20 filiações no início do ano com a promessa de participar do Estadual de jiu jitsu FJJPE, até que em outubro o presidente da federação ligou avisando que estava marcado para dia 30 nov e 1 dez e que até 20 de out era o prazo máximo para filiação. Então Marcos Vinicius e Daigo Rodrigues correram para filiar mais 57 atletas até o fim do prazo. Na ocasião foi declarado pelo presidente que não seria aceita inscrição sem filiação e que a inscrição seria R$30 +  R$15 da filiação, e que como era Estadual oficial beneficiar os atletas de Pernambuco, mas não aconteceu."  falou Marcos Vinicius faixa preta lider da Pernambuco Fight Club no site de sua equipe. Clique aqui para ler na íntegra o que escreveu.

"Estadual já está dizendo, só o estado. Não concordo com outros estados no evento. A estrutura física do evento muito boa, inscrição pela net, checagem e tudo mais, todos pesando e lutando sem demora, mas o mesmo problema de sempre de anos atrás, os alunos da gracie barra só luta 1 vez e de outras equipes lutam 3 ou 4. Fiquei indignado com isso. A arbitragem foi boa arbitros qualificados, pois sou do tempo que jiu-jitsu era decidido no tatame e com essas regras, sempre os árbitros vão errar. Me afastei do jiu-jitsu durante 3 anos, mas acho que vou me afstar de novo, pois não vai mudar, uma federação arcáica com uma visão antiga, acho que em 2014 deveria ter uma reunião com os faixas preta para tentar resgatar nosso jiu-jitsu." disse Alexandre Chacal, líder da Chacal Fight Team.

"Eu achei uma apelação chamar filiais de outros estados para ganhar um campeonato estadual, com certeza deveria ser vetado isso pois e um estadual e não um norte nordeste e muita gente de outros estados nem estavam filiados aqui em pernambuco. Com certeza a GRACIE BARRA não foi merecedora do titulo de campeã estadual,pois chamou filiais de outros estados,oque achei uma apelação. Estou muito triste com o resultado da premiação das equipes. Nossa equipe ficou em terceiro lugar no geral onde poderíamos ter sido um vice ou até campeão estadual. Mas tudo bem. O que mais me chateou foi as premiações como passagens aéreas não ficou para os atletas do nosso estado. Espero que na próxima edição em 2014 não venham atletas de outros estados para complementar uma equipe, pois caso isso acontecer, vamos trazer as equipes da alliance dos estados de Alaogoas,Sergipe,Piauí, Fortaleza e até nossa filial da Nordeste Fight da Paraíba. Uma luta que achei destaque foi a de HIGINIO mandou muito bem e como atleta pernambucano fez jus ao e a luta do FAIXA MARROM MARCOS SAL que mostrou que um atleta da categoria leve tem total condição de fazer frente a um peso pesado." comentou Rosivaldo Alves, líder da Nordeste Fight, filiada a Alliance.

Em ordem a seguir, a lista das equipes com suas colocações e respectivas pontuações obtidas no site da competição:

  • GRACIE BARRA PE - 371
  • PFC NINE NINE PE - 68
  • FUNDACAO TERRA ARTES MARCIAIS - 54
  • NORDESTE FIGHT PE - 47
  • CINDEC PE JIU-JITSU - 30
  • GF TEAM PE - 28
  • ACADEMIA TARGINO - 18
  • ROSTAN LACERDA - 15
  • DURAO COMBATE TEAM - 14
  • ZE CARLOS NAUTICO JIU-JITSU - 12
  • ACADEMIA ARTE SUAVE - 11
  • CHACAL FIGHT TEAM JIU-JITSU - 9
  • JESIEL ANDRADE - 9
  • NOVA UNIAO PE - 9
  • ALDO ARAUJO - 5

Para saber quem foram os campeões, veja a lista abaixo ou clique aqui:

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A seguir, algumas fotos do primeiro dia de competição. Em breve fotos dos dois dias de competição.


MXA Fight Wear & Sports convida o MMA Brazucas para conhecer sua estrutura

Com uma belíssima estrutura de loja, a MXA Fight Wear tem se destacado cada vez mais no cenário nacional, recebendo elogios de empresários do mesmo setor que tem viajado o mundo conhecendo diversas lojas de Fight Wear e confirmando a organização de disponibilidade de material na MXA.

A MXA criou o espaço MXA Fights direcionado para as artes maciais onde, no primeiro piso, uma grande área de Jiu Jitsu da Gracie Barra, comandada pelo Professor Zé Radiola e os instrutores Diego Ramalho, Léo Macaco, Miguel Cavallari, Rodrigo Mendes.

Indo para o segundo piso, um ringue no meio de uma grande área cercado de sacos para a prática das artes marciais que englobam chutes, socos, joelhadas e cotoveladas. No boxe liderado pelos irmãos Jayme Moraes e Bruno Moraes além do Rodrigo Benere. No Muay Thai, Daniel Bastos, Aldir Pé e Thawã Ril são os professores. No MMA as aulas estão na liderança do Miguel Cavallari.

O terceiro e último piso, tem um lado cercado de grades para treinos específicos de MMA, onde houve recentemente o seminário da lenda do MMA, Wanderlei Silva assim como outros eventos de lutas.

Nos comandos de Max Carvalho e Avelar Sampaio, a MXA faz um trabalho de patrocínio para alguns atletas que não são somente de Pernambuco, mas que engloba todo o Nordeste para os esportes de lutas, principalmente o MMA e o Jiu Jitsu. Segundo os sócios, os atletas não sabem trabalhar a imagem de uma empresa. Para quase toda a maioria das pessoas que chegam para pedir um patrocínio, nem com um plano de divulgação, onde as marcas aparecerão e qual o retorno para a empresa os atletas possuem. Muitos usam outras marcas quando se dá aulas, vão para algum evento ou até mesmo quando fazem entrevistas, quando não mencionam as empresas e nem usam as marcas que os patrocinam.

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Professor Zé Radiola – de Pernambuco para o mundo!

O professor Zé Radiola, líder da academia Gracie Barra PE, parte para mais uma temporada de seminários em diversos países.

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No primeiro semestre do ano, Zé Radiola se concentra nos Estados Unidos, já que é diretor de competição da Gracie Barra e responsável pelos “Camps” de Competição do Campeonato Pan Americano e Campeonato Mundial que acontecem na Califórnia – EUA.

O professor dá aulas para a equipe de competição dos atletas da Gracie Barra do mundo inteiro que se concentram em Irvine - CA, na academia principal da Gracie Barra, que pertence ao Mestre Carlos Gracie Jr.. Os treinamentos iniciam-se pelo menos um mês antes dos campeonatos.

TREINAMENTO GRACIE BARRA PARA COMPETIÇÃO

http://www.youtube.com/watch?v=Xg-oJun9qys#t=49

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A partir do dia 01 de Novembro, Zé Radiola inicia sua temporada de seminários na Europa e Ásia.

O professor tem seminários agendados em vários países:

  1. Portugal – Lisboa
  2. França – Rennes, Lyon, Paris e Nice
  3. Espanha – Irún
  4. Hungria – Budapeste e Sumeg
  5. Áustria – Viena
  6. Croácia – Rijeca
  7. Ucrânia – Kiev
  8. Rússia – Moscou
  9. Cazaquistão – Almaty
  10. Inglaterra – Londres e Norttingham

Além dos seminários, o professor Zé Radiola e seu aluno Max Carvalho (Gracie Barra Hungary), farão pelo nono ano consecutivo o IX Open BJJ Hungary 2013, campeonato que já tradição no Leste Europeu. Na última edição do campeonato, em 2012, contou com a participação de mais de 10 países da Europa e Ásia. Zé também fará um campeonato no Cazaquistão e outro em Moscou, auxiliando cada vez mais a difundir o jiu-jitsu pelo mundo.

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brasileiro NOGI consagra Brenno Novaes no Rio

O campeonato Brasileiro Sem Kimono 2013 aconteceu no Tijuca Tênis Clube - Ginásio Álvaro Vieira Lima
no Rio de Janeiro e terminou a Alliance com 185, GF Team em segundo com 134 e Gracie Barra em terceiro com 115 pontos.
Quem fez bonito foi o faixa marrom, Brenno Novaes da nova união venceu peso super-pesado finalizando as duas lutas, sendo a final contra Thyago Oliveira Costa da CheckMat. E ainda disputou o absoluto faturando o terceiro lugar.
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brenno e xavier
Luciano Nascimento da Gracie Barra ficou em segundo no sênior 1 faixa preta, fazendo a luta contra Roberto A C Machado equipe PSLPB Cicero Costha.
Na faixa preta Daigo Rodrigues da ninenine ficou em terceiro perdendo na semifinal para Luiz Nestor Alves da Costa da GF Team.
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Pernambuco no ADCC CHINA 2013

Dos cinco atletas que irão representar a equipe GRACIE BARRA no ADCC que acontecerá na China, três são faixas pretas do professor ZÉ RADIOLA. Dois atletas pernambucanos, Bráulio Estima e Otávio Sousa e um americano, Orlando Sanchez.

BRAULIO ESTIMA, que venceu a super luta contra Jacaré em 2011, lutará esse ano a super luta contra André Galvão.

http://www.youtube.com/watch?v=dTmv8u7fqyw&feature=youtu.be

OTAVIO SOUSA, Bicampeão Mundial na categoria médio lutará na categoria até 77 kg.

ORLANDO SANCHEZ, aluno faixa preta do professor Zé Radiola, residente na Califórnia lutará na categoria acima de 99 kg.

E também estarão representando a Gracie Barra os atletas Rômulo Barral na categoria até 88kg e Aj Agazarm na categoria até 77Kg.


Gracie Barra PE no Mundial de Jiu Jitsu

Depois de um mês de treinamentos intensos no “Camp” de competição da GRACIE BARRA liderado pelo professor ZÉ RADIOLA em Irvine – CA, os atletas da Gracie Barra PE conquistaram o pódio novamente!

Otávio Sousa, faixa preta do professor Zé Radiola conquistou o BICAMPEONATO MUNDIAL de jiu-jitsu entre os faixas-pretas da categoria médio. Na final do evento, Otávio derrotou mais uma vez o atleta Claudio Calasans. Esse ano Otávio evitou passar o sufoco do ano anterior, quando perdia a luta para Calasans por pontos e só inverteu no último minuto. O pernambucano saiu à frente no placar, assim garantindo o bicampeonato, vencendo por 4X2.

“Ser o melhor do mundo pelo segundo ano consecutivo é uma emoção única. Esse título é fruto de muita dedicação e de tudo que aprendi com meu professor Zé Radiola. Ele fez toda a preparação conosco em um camp aqui na Califórnia e isso foi fundamental para essa conquista”, contou o bicampeão mundial.

Além de Otávio Sousa, outros pernambucanos também representaram o Brasil no mundial. Depois de passar três anos sem participar da competição, Bráulio Estima chegou à final dos faixas-pretas na categoria meio-pesado ao derrotar um dos favoritos André Galvão na semifinal. Como o outro finalista também era da Gracie Barra, o Rômulo Barral, os atletas fecharam a categoria, dessa forma, ambos foram declarados campeões.

Subiram ao pódio também, Victor Estima que ficou em terceiro lugar na faixa-preta categoria médio, Rodrigo Mendes que no seu primeiro mundial na faixa marrom conquistou a medalha de bronze e Hayslan Duarte, que ficou em terceiro lugar na categoria juvenil 2 faixa azul.

Após o Campeonato Mundial a Gracie Barra realizou um evento, o GB Leader's Brunch. Nesse evento foram premiados alguns atletas e cerimônia de graduação realizada pelo Mestre Carlos Gracie Jr.

O próximo desafio dos pernambucanos será o METAMORIS, um evento de lutas casadas, que acontecerá no dia 9 de junho, também na Califórnia. Bráulio enfrentará o atletas Rodolfo Vieira e Victor enfrentará JT Torres, e serão novamente acompanhados de perto pelo professor Zé Radiola.

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Pernambuco - Terra dos Almofadinhas das Lutas?

Por Thiago Fernandes Vieira
Faixa-preta 1º Grau CBJJ-Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu
Faixa-preta 3º Grau CBKB-Confederação Brasileira de KickBoxing
Faixa-marrom CBJ-Confederação Brasileira de Judô

Após o fantástico resultado do Brasil no UFC 156, que dá supedâneo ao apelido que tem o UFC de BFC- Brazilian Fighting Championship, me pus a pensarem vários aspectos do cenário atual do hoje denominado MMA-Mixed Martial Arts no Estado de Pernambuco. Dentre os aspectos que foram objetos de maior profusão analítica, um em especial me fustigou o juízo: o estado penoso, miserável e vergonhoso no qual se encontra a comunidade do mundo das lutas no Estado de Pernambuco.

Os Gracie, privilegiados pelos segredos que lhes foram passados pelo rebelde do Kodokan Mitsuyo Maeda, iniciaram sua jornada pelo Pará. Maeda, no Brasil naturalizado como Otávio Maeda, foi um dos cascas-grossas do Kodokan. Literalmente recrutado pelo Jigoro Kano por seu talento, e assignado ao seu pupilo favorito, Tsunejiro Tomita, Maeda tornava-se cada vez mais completo. Tomita era famoso por ser o pupilo que recebia mais ensinamentos do grande Jigoro Kano, e Maeda, obviamente, era herdeiro nesse espólio. À época desses notáveis japoneses, tudo estava em mutação. Havia vários estilos entrelaçados nas conhecidas nomenclaturas Judo e Jujutsu. Se entre as estrelas do Jiu-Jitsu competição atual há vários estilos, inovações e adaptações, os Jujutsokas e Judokas da época tinham muito maior campo para inovar, adaptar e estilizar técnicas, mercê do estágio evolutivo inicial no qual se encontravam as artes marciais.

Pois bem.

Os Gracie fundaram o que hoje é conhecido como Brazilian Jiu-Jitsu, uma evolução, adaptação, estilização dos ensinamentos do Mitsuyo Maeda, e, de posse de tão secreta e eficiente arma, se puseram a propor desafios por todo o Brasil. Carlson Gracie, talvez o mais forte Gracie de todos no Vale-Tudo, dominava a cena nas primeiras décadas do surgimento do Vale-Tudo. Foi ele quem vingou seu Tio Hélio de uma derrota, contra o ex-aluno de seu tio e colossal Waldemar Santana.  Mas, como em tudo que sempre aconteceu na história de nossa pátria, havia um filho dessa terra primeira, ou melhor, filho de terra vizinha que nos adotou como terra mater, que roubou a cena. O Potiguar Euclides Pereira, criado em Pernambuco desde seus 8 anos de idade, fazia, há 50 anos, o que hoje se vê no UFC. O MMA já existia, e Euclides treinava várias modalidades. Havia, naquele tempo, grandes adversários inclusive no Nordeste, como era o caso do Paraibano Ivan Simão da Cunha, conhecido mundialmente como Ivan Gomes. Gomes treinou Judô com Kawamura, treinou boxe com Tatá, que havia chegado do RJ, e Jiu-Jitsu com Oscar Mouzinho "Biuce", pupilo de Pedro Hemetério.

O MMA era realidade.

O quarteto Waldemar Santana, Carlson Gracie, Ivan Gomes e Euclides Pereira era algo como os atuais Anderson Silva, Georges St. Pierre, Jon Jones e José Aldo.

Frise-se: naqueles tempos, o pau comia solto, sem divisões de peso.

Apesar de que hoje vemos vários Nordestinos de peso, como os Baianos e irmãos Nogueira, o Potiguar Renan Barão, os Cearenses Diego Brandão, Renée Forte e Rony Jason, inclusive parte destes já tendo conquistado o cinturão, nós Pernambucanos jamais tivemos alguém sequer perto deste feito. Temos os meus amigos da família Assunção, os irmãos Freddy, Júnior e Rapha, tendo este último alcançado, no máximo, um top 10 do UFC. No entanto, os meninos quase que apenas nasceram em Recife, tendo vivido sempre nos EUA. Temos meu colega de infância Rafaello Oliveira, o 'Trator', que superou as dificuldades da terrinha e fez seu caminho até o UFC. Infelizmente, Trator não chegou próximo ao título, e mais: teve que sair de Recife para morar nos EUA, em busca de melhores condições para evoluir.

O Brazilian Jiu-Jitsu só tomou grandes proporções em nossa terra primeira na era pós Royce Gracie & UFC. Foi naquele momento que o grande público conheceu a arte-suave. É verdade que antes já existiam alguns mestres, todos desconhecidos do grande público. O mestre Jurandir Moura, praticante de Jiu-Jitsu mais graduado da história do Estado de Pernambuco, já tinha academia há muito tempo. Havia também Jesiel Andrade e tantos outros ilustres mestres, mas o grande público simplesmente não sabia de suas existências. A difusão do Jiu-Jitsu ainda era precária. Apenas através da provade que o Jiu-Jitsu, sozinho, era capaz de vencer todas as outras artes marciais na porrada,é que os adeptos vieram aos milhares. Todo mundo queria ter aquela 'arma', que dava uma superioridade inigualável num confronto. Foi o professor Gutenberg Melo o mais concorrido professor da era pós-Royce, e certamente o maior difusor do Jiu-Jitsu moderno em Pernambuco no início dos anos 90. Faixa-preta direto do lendário Carlson, vindo do RJ, Guto fez escola.

Os guerreiros que sempre nasceram, e vão continuar a nascer em nosso povo, de pronto, aderiram ao esporte. Naquele tempo, um mero faixa-azul de Jiu-Jitsu já detinha poder incrível face aos praticantes de outras artes marciais. Bastou a notícia do Jiu-Jitsu se espalhar, e bastou assistirmos ao primeiro UFC que o vírus tomou conta de todos aqueles que, como eu, nasceram com a alma de lutador. Logo estava eu praticando na equipe do Mestre Boca, ex-aluno de Gutenberg, nesse tempo ainda faixa-roxa.

É, meus caros, no início era assim. Faixa-roxa era autoridade ! Esperávamos ansiosos as novas posições que vinham do RJ.

Em Pernambuco, nos primórdios do Jiu-Jitsu competição, havia algumas academias principais que sempre tinham atletas de destaque: Boca Jiu-Jitsu, a Kezen, a Gracie Barra, a dos irmãos Andrade (Junior e Jesiel), a Gutenberg Melo e a Nova União. As competições eram empolgantes, e todo mundo lutava junto. Era sabido por todos quem era melhor que quem naquele tempo, e havia algumas rivalidades. Ainda se via o espírito espartano, e tudo era feito com base na preparação de cada indivíduo para o combate. Havia sim vários atletas bons de Jiu-Jitsu competição, mas não era esse o foco principal, e sim a aplicabilidade do que estávamos aprendendo numa real situação de porrada. O Jiu-Jitsu nos conquistou como meio de prevalecer em um confronto físico, e não para campeonatos desportivos. Era exatamente isso que vendia o Jiu-Jitsu. Essa diferença abissal era nitidamente traduzida no respeito que tínhamos nas ruas. Qualquer lutador de Jiu-Jitsu já era considerado um casca-grossa.

Hoje, isso não existe mais.

Anos depois, todas as academias entraram em decadência, e, em meio à problemática das Federações de Jiu-Jitsu, que durou por muitos anos. Apenas a Gracie Barra manteve-se na mesma linha de progresso das grandes academias nacionais. Não é de se analisar, nesse texto, as razões para a supremacia da Gracie Barra. Tudo isso já foi discutido no passado, e minha briga com Zé Radiola e a FJJPE já foi devidamente publicada, debatida etc. com direito aos mil e um boatos e lendas. Ele até moveu 4 ações judiciais contra mim. Mas, claro, dentre as polêmicas, é de se reconhecer que há méritos por parte deles, muitos méritos. O próprio Zé Radiola já vem trabalhando fielmente para a Gracie Barra Jiu-Jitsu, marca presente no mundo inteiro, há muitos e muitos anos, com resultados expressivos dentro da equipe. As outras bandeiras importantes, como Alliance, Brasa (hoje CheckMat), Gama Filho &c. não existiam por aqui, ou existiam apenas 'representantes sem representatividade'. A Nova União, GFTeam (Kezen), DeLaRiva (Boca) e outras, até os dias atuais, já com o problema das federações sanado, possuem nível técnico manifestamente inferior ao da Gracie Barra. Enquanto as outras academias não tiverem um faixa-preta com pelo menos um título mundial na faixa-preta, permanentemente lecionando em seus dojos, a Gracie Barra reinará, vez que é uma equipe que já tem a fórmula do sucesso nas competições, e possui vários atletas constantemente competindo, sobretudo fazendo intercâmbio técnico com o que há de melhor no mundo.

Mas não é esse o cerne da questão, e, como já exposto, Jiu-Jitsu já era. E vou além: se vocês quiserem saber mais sobre o Jiu-Jitsu como arte e filosofia de vida, como doutrina, disciplina, formação de caráter etc. vocês não vão encontrar isso nas escolas de competição como a Gracie Barra, Alliance etc. Isso só existe em raras escolas, eu mesmo só conheço uma: a antiga Gracie Miami, atual Valente Brothers Jiu-Jitsu, dos filhos de Pedro Valente, que seguem militarmente e difundem o legado deixado pelo Grande Mestre Hélio Gracie. Lá não tem essa de competição, o foco é na eficiência do Jiu-Jitsu na formação do caráter, da disciplina, da auto-confiança, da auto-estima, e, ainda por cima, na prova de que a técnica preconizada pelo Grande Mestre Hélio não sucumbe aos atletas anabolizados e hiper-treinados para as competições de hoje em dia. Dia desses o filho do Rorion Gracie fez uma luta com ninguém menos do que André Galvão, que não conseguiu finalizá-lo. Mas obviamente essa filosofia de Jiu-Jitsu não muda nada no MMA, ou seja, na porrada não sobrevive sem o conhecimento de outras técnicas, como o striking, o jogo de clinch e o preparo físico de alto rendimento.

O que me vergasta o juízo, de forma cruel, é que hoje temos apenas atletas de artes-marciais. Não temos mais nenhum, repito, nenhum lutador de peso no cenário mundial. Temos um cenário onde vários garotos são colecionadores de medalhas. Vários campeões mundiais, panamericanos, brasileiros, , interplanetários, intergaláticos etc. de Jiu-Jitsu, e, por certo, nas outras modalidades também. Valedouro é, nesse momento, ressaltar que no Jiu-Jitsu ser campeão mundial é como ser campeão brasileiro, vez que 99% dos campeões mundiais da história são Brasileiros, e até hoje é muito raro de se ver um gringo nas cabeças. Salvo engano, em toda a história, só dois gringos foram campeões mundiais na preta, o BJ Penn e o Rafael Lovato. Não é um campeonato mundial como em outras modalidades, onde pessoas dos quatro cantos do planeta competem pelo título.

Há mais:

O título máximo do Jiu-Jitsu, muito à frente de qualquer outro, é o de campeão mundial faixa-preta adulto pela CBJJ. Títulos na master, Panamericanos, de outros mundiais, sem kimono, em outras faixas et cetera não chegam sequer perto do grau de dificuldade do mundial, onde as chaves são abarrotadas com as estrelas do esporte. Pernambuco só tem, em todos esses anos, dois, repito, dois campeões mundiais na faixa-preta, adulto, pela CBJJ: Bráulio Estima e Otávio Sousa. Vale mencionar que Otávio só atingiu esse feito no ano passado, ou seja, até 2012, só tínhamos 1 único campeão. É de se lastimar. Ambos os campeões, como não poderia deixar de ser, pertencem ao time da Gracie Barra-PE.

Agora o principal, o imo da questão: no MMA, viramos a terra dos almofadinhas, não de cascas-grossas. Só o público desinformado é que dá valor aos campeões de Jiu-Jitsu, achando que os vencedores são cascas-grossas em qualquer terreno. Essa informação é infantil, ultrapassada e equivocada. Um campeão de Jiu-Jitsu tem o mesmo valor que um campeão de Judô, Tae Kwon Do, Karate e outras artes, mas o grande público sequer sabe os nomes dos campeões de outras artes, porque ainda pensa que os campeões de Jiu-Jitsu são todos cascas-grossas.

Até o Rickson Gracie, famoso por sempre enaltecer de sobremaneira o poder do Jiu-Jitsu, reconheceu que hoje o Jiu-Jitsu não define luta de MMA. E mais: nas palavaras dele, o Jiu-Jitsu é apenas 30% do jogo. É aquela coisa: sem saber nada de Jiu-Jitsu, não adianta subir pra lutar, salvo atletas de outras artes de grappling como os Wrestlers, e os do Sambo. Por outro lado, sabendo apenas Jiu-Jitsu, a chance é zero. Pode ser campeão mundial de Jiu-Jitsu, no MMA vai beijar a lona.

O MMA é composto de 4 áreas fundamentais: o grappling, o striking, o clinch e o condicionamento físico. Se dermos ao Jiu-Jitsu a parcela de 25%, inteira, correspondente ao grappling, e somando essa parcela à 5%, que seria o percentual de utilidade do Jiu-Jitsu na ciência que é o jogo de clinch, então o Rickson tem razão.

A grande prova disso é o maior campeão de Jiu-Jitsu competitivo da história, Roger Gracie, que em seu primeiro adversário mais duro beijou a lona no primeiro soco que entrou. Com sangue de casca-grossa, mas sem preparo técnico pra porrada, foi humilde e parou sua carreira no Jiu-Jitsu competitivo, focando no MMA. Juntou-se ao time mais forte do mundo em minha opinião, o BlackHouse, e foi 'pro final da fila'. O camarada é humilde, e não mediu esforços nem escolheu adversários. Já outros lutadores de Jiu-Jitsu fazem vergonha ao valorizarem de sobremaneira suas carreiras vitoriosas no Jiu-Jitsu competição, fazendo muito 'mi-mi-mi' para estrear no MMA, na maioria das vezes em eventos de segunda ou terceira linha. Quem quer mesmo vai pro final da fila no UFC, e mete a cara. Esse é o real espírito de luta que vendeu o Jiu-Jitsu pro mundo. Foi assim que surgiram nomes que honram o Jiu-Jitsu como Demian Maia, Thales Leites, Minotauro, Minotouro e José Aldo.

As razões para nosso fracasso são diversas, e merecem tantas outras linhas. A principal delas é a má informação. É a mania que o Pernambucano tem de acreditar nas informações endêmicas, bairristas, que são características sociais da nossa cultura. Os ídolos locais só impressionam aos menos esclarecidos. Já quis, de própria iniciativa, econtando apenas com o próprio bolso, montar um CT de nível mundial, trazer uma bandeira importante para cá, fazer campeonato de nível internacional &c.,mas, ao final de cada conta, tudo parecia tão inviável que nem o amor pelo mundo das lutas era suficiente para tamanho desperdício. Fui convidado por Paulo Zorello a abrir a Federação Pernambucana de KickBoxing, costurei a abertura da Federação Pernambucana de MMA filiada ao grupo que o UFC destacou para fundar uma federação, e por aí vai...Sim, desperdício. É que, além do desperdício financeiro, o material humano em Recife encontra-se mal-orientado, e muitos talentos preferem ficar na academia 'x', ou 'y' por razões de ego conjunto, já que o público local aplaude seus talentos sem saber que, num contexto mais amplo, são muito pequenos.

São formados os grupelhos de supostos cascas-grossas, quando na verdade apenas alguns mais humildes, e aguerridos lutadores estão dispostos ao combate. Uns almejam aquela micharia que lhes é paga para lutar (entre 500 e 1500 reais aos iniciantes, pra levar murro na cara sem a menor assistência médica), e outros visam possivelmente fazer carreira no esporte. Eu iria perder meu dinheiro, meu tempo, minha paciência e, no final, ainda iria acumular mais desafetos, vez que os insatisfeitos com o perfeccionismo iriam atribuir tudo ao 'poder do dinheiro'.

Exceto os humildes operários das lutas, que são os que ainda sobem nos cages Pernambucanos, os demais "lutadores" que existem nas academias são meros atletas do Jiu-Jitsu, ou playboys tentando saborear um pouco do sentimento que um casca-grossa de verdade sente.

Um guerreiro, como o próprio nome sugere, vai pra guerra em qualquer território, com qualquer arma. Se o inimigo tiver armas mais fortes, algo há de ser feito para superá-lo. Conheço muita gente que nunca vestiu um kimono em Pernambuco, mas que Anderson Silva certamente estaria em apuros caso os enfrentasse. Pernambuco e Alagoas são os estados do Brasil que considero mais preservados pelos filhos da terra, e são repletos de guerreiros. Nesses estados não tem cacique de fora. Esse espírito inquebrantável, robusto e destemido do Nordestino, se aliado ao que há de melhor em termos de técnica, orientação econdições para treino, não encontrará adversários no planeta.

Não há um senso profissional acerca do MMA instalado no Estado, e tudo caminha a passos de camelo. Desisti, de uma vez por todas, de contribuir financeiramente ou politicamente, seja como for. Aliás, minto: minha única contribuição é a presença constante nos eventos locais, exceto os que são inassistíveis, e possíveis contribuições como juiz. Da última vez que fui juiz, vi um absurdo ser feito na luta de Marquinhos da 99, que diga-se de passagem tem meu respeito, pois é o ÚNICO líder de equipe grande de Jiu-Jitsu em Pernambuco que sai na porrada, ganhando ou perdendo. É sabido que um dia vamos chegar lá, tarde ou muito tarde. Mas aos amantes, atletas, professores, lutadores etc. de minha geração só a resignação resta como opção.

Saudações aos nossos guerreiros de verdade.

Thiago Fernandes Vieira


Thiago Reinaldo ministra seminário dia 04 de Maio em Vinhedo-SP

No dia 04 de Maio de 2013, o atleta Thiago Reinaldo, da Gracie Barra Amazonas, fará um seminário na Gracie Barra Vinhedo-Sp.

Em 2013, Thiago foi campeão em Manaus da seletiva pro Abu Dhabi Pro, campeão na categoria pesadissimo e absoluto no Brasileiro de Jiu Jitsu da CBJJE entre diversos outros títulos internacionais e nacionais.

O valor do seminário é de R$ 50,00 antecipado e R$ 70,00 no dia do evento.

Para participar, deve-se entrar em contato pelos telefone 19-3304-7521 ou 19-9100-0260.

O local será na Gracie Barra Vinhedo, localizado na Rua dos Bandeirantes, 25, Portal, em Vinhedo-SP.

Este evento tem a realização da loja de FightWear www.ortizmma.com.br, Gracie Barra Vinhedo e Oss Kimonos.

Seminário Thiago Reinaldo
Seminário Thiago Reinaldo